Não sou santo e estou longe de ser. Já era tempo de mostrar um outro lado meu.
Independente do problemas que já enfrentei, tem uma fera dentro de mim que até eu mesmo tenho medo quando se liberta.
Por exemplo, meu último relacionamento. Ele foi uma farsa do começo ao fim, aliás, começo que já tinha data pra terminar. Foi conveniente pra mim começar um relacionamento naquele momento, eu tinha acabado de morgar com W, tava só, além das mordomias que vieram de brinde junto com o namoro (sim, carro, jantares, lugares, baladas, casa na praia...). A pessoa em questão foi enganada por mim. Fiz acreditar que ela era bonita, que eu a amava, traí, fiz ela acreditar que me traiu, entre outras coisas com requintes de crueldade. Num outro relacionamento, fiz acreditar que eu era inocente em tudo, e não só a pessoa em questão, mas amigos e família entraram na dança. E eu fiz bem direitinho, pra isso, tive que fazer alguns sacrifícios no meu rosto. Mas valeu pelo remorso que essa mesma pessoa vai sentir pelo resto da vida e pelo receio que vai ter de mim.
Dentre outras particularidades, tem uma que eu faço com mais frequência: a velha tática de se fingir de coitadinho, o menino indefeso. Funciona com... deixa prá lá!!
A pior parte é quando eu fico furioso. A ira toma conta de im e eu saio arrastando e destruindo tudo que tem pela frente. Só quem vê pode descrever como é. Segundo minha mãe, eu fico incontrolável. Prefiro não comentar o que eu já fiz.
Enfim, pra aqueles que pensam que eu sou um anjo, enganam-se. Pra aqueles que pensam que mesmo eu fazendo isso tudo, não sou mal... Vocês pensam que me conhecem.
HOJE: não me orgulho dessas coisas que eu fiz. Ao contrário, me arrependo. A única coisa que me deixa um pouco mais aliviado a respeito, é que tudo isso que eu fiz (e faço) foi pra me defender e pra mostrar que quando eu quero, as coisas têm que sair à minha maneira, exatamente do jeito que eu quero.
Nenhum comentário:
Postar um comentário