quarta-feira, 22 de maio de 2013

Mãos Abertas



Eu abri mão da minha felicidade porque sei que a felicidade que eu quero não é a que devo ter. É bem simples: ser racional para ser feliz. De verdade. Não é só querer satisfazer as necessidades do meu corpo ou do meu coração, é restringi-las e educa-las. Não é me privar do que pode me dar prazer, é buscar prazer naquilo que, além de prazer, vai satisfazer meu desejo por felicidade.

Eu abri mão de ir atrás de quem eu gosto só pelo fato de ser impulsivo, de ser adepto do “faça o que o coração manda”. Aqui o coração já não manda mais, ele obedece. É que a cada passo que eu dava atrás daquilo que eu gostava – achava que gostava – mais um calo aparecia, mais desgastado ficavam meus pés. É que se até Deus tem planos, como pregam, por que então eu iria me deixar levar por instintos que eu ainda não sei de onde vêm?

Eu abri mão do prazer que eu sentia quando estava com ele na cama, e isso por que essa é a parte mais plástica e mais domável. Eu nunca fui domável nesse quesito. Falando em abrir mãos, elas estão me ajudando e muito nessa parte. Como se o prazer é fácil, abrir mão dele com ele vai ser mais fácil.

Dessa vez não tem choro, não tem grito, não tem escândalo. Abri mão de tudo à surdina, tranquilamente, sem alarde, pra que não volte. Tranquei a sete chaves, joguei ao mar e deixo ir embora. Deixo levar embora também minha capacidade de amar com o coração, e nunca mais vou me permitir sofrer, chorar, gritar ou escandalizar. Vou ser cabeça até o fim, vou amar racionalmente.

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Ainda nos 20 e poucos...

Cheguei aos 26.
Parece que consigo visualizar muito claramente as mudanças das novas idades que chegam pra mim. Vou deixar o clichê de dizer que me sinto mais maduro e pular pro que me aconteceu nesse último ano e o que eu espero pra esse novo ano.

2012 foi um ano bom, conheci mais pessoas, algumas que vão ficar e outras que vão passar. Acho que nesse ano eu me dediquei bastante a ser mais sociável (eu não me acho muito simpático!). Mas esse ano foi meio morno, nada demais aconteceu na minha vida. Mudei de trabalho, de novo. Hoje sou responsável pelo meu trabalho e respondo por dois departamentos, isso ajuda no crescimento profissional. Voltei a estudar no finalzinho do ano, e isso meu deu mais um gás. Pessoas voltaram pro meu convívio pra me fazer mais feliz!

O que eu espero pra esse novo ano e essa nova idade? Mais atitude de minha parte quanto a cuidar de minha saúde, mental e física. Preciso me alimentar melhor, me dedicar mais à academia e ler mais - principalmente. Há anos que não exercito minha leitura e nem me dedico de verdade à academia. Pelo menos já comecei: to buscando me alimentar melhor, tomando Herbalife (que sim, traz benefícios, e eu já senti alguns!) e organizei os livros que vou ler pra faculdade. No mais, o objetivo de ser feliz despreocupado das preocupações e das pressões é o mesmo dos outros anos.

Titto Ferrera

Titto Ferrera
registros da minha vida!