terça-feira, 26 de maio de 2009

Amor, amor, amor!

Hoje e li um texto da psicologa Mariagrazia Luwisch, de Lisboa. O texto retrarava o amor de uma maneira muito didática e exemplificava através de vários poemas de autores de várias épocas. Achei interessante, inclusive porque ontem fui dormir pensando em como eu estava me sentindo sozinho, por falta de alguém do meu lado.

Ao mesmo tempo que sinto falta de alguém, fico feliz por estar bem sozinho. Minhas ultimas experiências amorosas foram frutradas e sem sucesso. Tenho medo que esse meu "desespero" por me apaixonar acabe fazendo com que eu caia em mais um amor falido, daí eu me acalmo e e penso que tudo tem o seu tempo.
É nessa hora também que eu pecebo que eu estou apaixonado. Apaixonado na mesma definição do texto da psicóloga. Apaixonado pela minha vida, pelo momento de crescimento pessoal que estou vivendo atualmente. Daí percebo que não seria um bom momento para amar alguém. Tenho que crescer mais, me tornar adulto de fato.

Muitas vezes eu sonho! Sim, imagino um namoro com alguém muito especial - que eu não conheço ainda. Coisa besta mesmo! Acho que por causa de tanto sofrer por amores mal sucedidos, eu acabo fantasiando um romance de conto de fadas, de "viver feliz pra sempre", algo que vá me tirar do marasmo da tristeza e do sofrimento, que me faça esquecer de ver as pessoas que eu insisti em amar. Mas, no final, eu sei que possivelmente não acontecerá comigo.
Minha conclusão sobre o amor: é uma coisa boa de sentir, que é, ao mesmo tempo, dolorida. É algo que te traz esperança, mas ao mesmo tempo, desânimo. É um mix de várias sensações boas e ruins, que todo mundo vai sentir um dia. Ou, como definiu Sócrates: "ele sempre vive em um estado de necessidade". É exatamente o momento que vivo.
PRA REGISTRAR: amor é bom. Dói, mas é bom. Pra quem quer conhecer o texto da psicóloga: http://consultoriodepsicologia.blogs.sapo.pt/tag/amor

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Titto Ferrera

Titto Ferrera
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